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Potencialidades Estratégicas

 

UM TERRITÓRIO COM RECONHECIDAS POTENCIALIDADES ESTRATÉGICAS

O Alentejo é actualmente um território descongestionado, preservado e seguro, com uma história marcada pelo rico património e cultura que lhe conferem identidade e autenticidade, e um potencial de afirmação competitiva, diferenciadora e sustentável, com base em actividades consolidadas e na emergência de novos nichos locais de especialização produtiva.

 

O Alentejo tem produtos de reconhecida excelência mundial (cortiça, rochas ornamentais); prazeres com saber e sabor (artesanato, gastronomia, vinhos, azeites); heranças intemporais (património e cultura).

 

 

 

POSIÇÃO DE CHARNEIRA NO ESPAÇO NACIONAL, IBÉRICO, EUROPEU E MUNDIAL

O desenvolvimento das infra-estruturas de acessibilidade e de conectividade reforça a importância do posicionamento geoeconómico do Alentejo no contexto das relações económicas nacionais e internacionais e constitui um factor importante para a atracção de investimento e acolhimento empresarial.

Tirando partido do posicionamento geográfico, da significativa melhoria das acessibilidades nacionais e internacionais e das dinâmicas de integração económica do espaço europeu e mundial, o Alentejo é uma região funcionalmente mais aberta ao exterior e com condições objectivas para intensificar as relações económicas e reforçar a inserção em mercados de maior amplitude territorial.

 

 

SISTEMA URBANO DE SUPORTE À COESÃO E INDUTOR DE SUSTENTABILIDADE TERRITORIAL

O Alentejo afirma-se como um território sustentável e de forte identidade regional, sustentada por um sistema urbano policêntrico, garantindo adequados níveis de coesão territorial e afirmando uma reforçada integração com outros espaços nacionais e internacionais. A sustentabilidade territorial assenta na valorização dos recursos endógenos, designadamente dos valores naturais e paisagísticos e no desenvolvimento de níveis acrescidos de concertação estratégica e cooperação funcional.

Os principais centros urbanos são os pólos estruturadores da coesão e da competitividade regional e o reforço do carácter policêntrico do sistema urbano regional passa também pelo fortalecimento estratégico dos sistemas urbanos sub-regionais, rentabilizando recursos e afirmando especializações territoriais, de forma a garantir um desenvolvimento mais equilibrado e sustentado da região.

 

 

INFRA-ESTRUTURAS DE SUPORTE À MODERNIZAÇÃO DA AGRICULTURA E AO DESENVOLVIMENTO DA AGRO-INDÚSTRIA E DO TURISMO

A maior disponibilidade de água resultante da entrada em funcionamento do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, dos novos empreendimentos públicos que se encontram projectados e de investimentos privados nesta área, associada à existência de aproveitamentos hidro-agrícolas na região, constitui um factor importante para o desenvolvimento e diversificação da base económica regional.

Conjugado com outras potencialidades e recursos, o grande lago de Alqueva cria condições para que o Alentejo se possa consolidar também como destino turístico, diferenciado e de elevada qualidade.

 

 

170 Km DE ZONA COSTEIRA DAS MAIS PRESERVADAS DA EUROPA

A região detém na frente marítima do limite do seu território significativo e diversificado potencial de recursos marinhos para desenvolver actividades novas e emergentes e socialmente necessárias a nível mundial como a produção de energia, das biotecnologia e da química, bem como na investigação e exploração de novas alternativas no mundo da alimentação, medicina, transportes, turismo, saúde, entre muitos outros.

A preservação da costa alentejana constitui um factor de competitividade face a outros destinos turísticos, nomeadamente no que respeita às novas tendências de desportos náuticos e turismo desportivo e por se situar num território em que se conjuga um excelente relacionamento cénico entre o património edificado e os espaços naturais envolventes em resultado da delimitação de áreas e reservas protegidas.

Acrescem ainda as potencialidades agrícolas resultantes de excepcionais condições edafo-climáticas do Litoral Alentejano, nomeadamente para a produção horto-frutícola e de primores, que o poderão transformar num grande centro abastecedor dos mercados europeus

 

 

 

 

A situação biogeográfica de cruzamento de ambientes mediterrânicos e atlânticos e a ocupação ancestral do território numa escala de média e baixa densidade foram moldando os sistemas naturais através de uma gestão equilibrada dos recursos que originou uma riqueza de paisagens e de diversidade biológica com importância à escala europeia. A singularidade e harmonia no relacionamento do património edificado com os espaços naturais envolventes, conferem ao Alentejo genuína e reconhecida identidade e autenticidade.

A paisagem alentejana, de referência nacional e europeia, reúne as condições para funcionar como um repositório biogenético e de amenidades, numa perspectiva multifuncional e de sustentabilidade, aliando as preocupações de protecção da natureza e dos modos de vida com as dinâmicas sócio-económicas.

A ruralidade enquanto característica marcante da paisagem é, assim, efectivamente, um contributo definitivo para a atractividade deste território, atribuindo-se às suas características cénicas uma parte importante da crescente procura, quer do ponto de vista turístico, quer como local de segunda habitação.

 

 

O MONTADO COMO SISTEMA SUSTENTÁVEL, COM GRANDE VALOR ECONÓMICO E AMBIENTAL

Com uma expressão espacial significativa, que se constitui como uma marca da paisagem alentejana, a ancestral forma de gestão dos povoamentos de azinho e sobro em sistema de montado, caracteriza-se pelo seu elevado valor natural, paisagístico e ambiental, conferindo uma singularidade única à paisagem e diversas oportunidades de desenvolvimento sócio-económico do Alentejo.

A sua protecção e valorização são reconhecidas e consagradas na legislação nacional e a procura crescente destes espaços, ou de uma forma geral dos espaços rurais, para actividades turísticas e de lazer, apresenta-se como uma tendência afirmada, consolidando a mais valia da vantagem comparativa da sua ocorrência dominantemente em território alentejano.

 

 

NOVOS CAMINHOS NA INTERNACIONALIZAÇÃO DA REGIÃO

Um conjunto significativo de investimentos públicos e privados, no interior da região e na sua envolvente imediata, reforçam o potencial na atracção de novos investimentos empresariais, criando condições objectivas para uma nova posição do Alentejo no âmbito das relações económicas à escala internacional.

A melhoria dos níveis de acessibilidade nacional e internacional, no contexto geográfico em que a região se insere, altera a inserção geoeconómica do Alentejo no espaço europeu e mundial, permitindo a constituição de condições vantajosas para a atracção e localização de novas actividades e empresas.

 

 

PLATAFORMA INDUSTRIAL E LOGÍSTICA NO CRUZAMENTO DE GRANDES ROTAS MUNDIAIS DO TRANSPORTE MARÍTIMO

O desenvolvimento da plataforma portuária de Sines, consolidando a sua vocação ibérica e europeia, baseada na posição geoestratégica privilegiada relativamente ao cruzamento de grandes rotas mundiais de transporte marítimo, constitui um factor importante para a afirmação internacional da região e do país.

 

 

Aeroporto de Beja como plataforma de conectividade internacional, de suporte logístico e indutor de novas actividades económicas, nomeadamente na área da aeronáutica, atendendo às características desta infra-estrutura aeroportuária e ao seu posicionamento na afirmação internacional do Alentejo.

A abertura do Aeroporto de Beja à actividade aeronáutica civil e a instalação de importantes unidades empresariais de construção de aeronaves e de componentes a localizar em Évora, vêm reforçar as condições já existentes e potenciar a geração de efeitos multiplicadores nas relações intersectoriais na região, perspectivando a criação de um conjunto de oportunidades e a dinamização e articulação de diferentes iniciativas e investimentos.