Manuel Castro Almeida dá posse aos vice-presidentes da CCDR Alentejo



O Ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, deu hoje posse aos Vice-Presidentes da CCDR Alentejo, I.P., no decorrer da Reunião Extraordinária do Conselho Regional da CCDR Alentejo, que se realizou no auditório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, I.P.

A reunião contou com a presença do Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, bem como do Secretários de Estado, Hélder Reis – Secretário de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional – e Silvério Regalado – Secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território.

Tomaram posse os Vice Presidentes eleitos, Aníbal Sousa Reis Coelho da Costa e Joaquim Roberto Pereira Grilo, bem como os designados sob proposta dos membros do Governo responsáveis pelas áreas da educação, saúde, ambiente, cultura e agricultura e pescas, nos termos do disposto no n.º 5 do artigo 13.º da Lei Orgânica das CCDR, I. P., respetivamente Silvino António Barata Alhinho, para a área da educação; António Marciano Graça Lopes, para a área da saúde; Sónia Cristina Silva dos Ramos, para a área do ambiente; Henrique Eva Ferreira Carvalho Sim-Sim, para a área da cultura e Helena Isabel Sequeira Costa Lança Cortes Cavaco, para a área da agricultura e pescas.

No decorrer do ato de posse dos membros do Conselho Diretivo da CCDRA, I.P. o Ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida fez questão de referir que as CCDR atravessam uma fase de transformação, uma “desconcentração coordenada”, e que estas têm de ter uma vida para além dos fundos europeus, destacando que a “alma” das CCDR deve ser “planear o desenvolvimento regional”.

Por sua vez, o Presidente da CCDR Alentejo, I.P., Ricardo Pinheiro, destacou que “não somos Alentejo impunemente”. Refere o recém-eleito presidente que “o Alentejo é tão forte na sua identidade inteira, na sua história, nos seus limites e na sua geografia diversa, que continua a corresponder exatamente aos limites da sua cultura e da sua identidade. Esta é uma grande força para o nosso futuro comum e que nos pode e, a meu ver, deve servir de espelho para este ciclo que agora iniciamos.”

Concluiu ainda o presidente que “temos o enorme desafio de redesenhar um modelo de governação que possa afirmar-se como exemplo de cultura organizacional no território.”

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