Ricardo Pinheiro marcou presença no 8.º Colóquio Hortofrutícola



Evento promove reflexão estratégica sobre o futuro do setor agroalimentar

Decorreu em São Teotónio, no passado dia 17 de julho, o 8.º Colóquio Hortofrutícola, integrado na programação da FACECO – Feira das Atividades Culturais e Económicas do Concelho de Odemira. A iniciativa, teve como mote “Reconstruir, Produzir, Crescer: Ambição e Sustentabilidade” e foi promovida pela Lusomorango, em parceria com a Universidade Católica Portuguesa, incluindo também o programa “Visão Estratégica para o Agroalimentar – Conhecer para Decidir, Planear para Agir”.

A sessão de abertura contou com a participação do Presidente da CCDR Alentejo, I.P., Ricardo Pinheiro, que procurou destacar a relevância deste encontro enquanto espaço privilegiado para a discussão e reflexão das políticas públicas, afirmando-se como um dos principais fóruns nacionais dedicados ao debate sobre o futuro da agricultura portuguesa.

O colóquio reuniu responsáveis políticos, especialistas, empresários e representantes de diversas entidades do setor, proporcionando um espaço de partilha de conhecimento e de análise dos desafios e oportunidades que se colocam à agricultura nacional, nomeadamente no reforço da competitividade, da resiliência e da sustentabilidade do setor agroalimentar.

O primeiro painel a debate foi subordinado ao tema “Reconstruir – Depressão Kristin: impacto económico dos choques climáticos, resiliência das empresas e políticas públicas necessárias no presente e futuro” e contou com a participação e reflexão de Helena Cortes Cavaco, Vice-Presidente da CCDR Alentejo, I.P. para a área da agricultura, na qual procurou sublinhar que os eventos extremos serão cada vez mais recorrentes e exigem uma mudança de paradigma: é necessário evoluir de uma lógica de resposta às crises para uma verdadeira política de gestão do risco.

A participação da CCDR Alentejo, I.P. neste colóquio reforça o seu compromisso com a definição e implementação de uma visão estratégica para o agroalimentar, assumindo particular relevância na promoção de soluções adaptadas às especificidades da região do Alentejo. Também, a necessidade de articular com os diferentes agentes do território para a implementação de apoios públicos com o intuito de ajudar à retoma da atividade dos agricultores após intempéries e calamidades.

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