Investimento no Porto de Sines vai contribuir para descarbonização da economia portuguesa



Ontem, dia 13 de outubro, o Presidente da CCDR Alentejo, António Ceia da Silva participou na Cerimónia de Assinatura do Contrato de Investimento com o Governo Português no Complexo Industrial da Repsol Polímeros, em SINES.

Esta cerimónia contou com a presença do Primeiro-Ministro, António Costa, do Ministro de Estado, da Economia e Transição Digital, Pedro Siza Vieira e do Presidente da Câmara Municipal de Sines, Nuno José Mascarenhas

O Governo e a empresa petroquímica Repsol assinaram um contrato para investimento no complexo de Sines, que prevê incentivos fiscais até 63 milhões e um projeto de 657 milhões de euros. O investimento vai contribuir para a descarbonização da economia portuguesa, focando-se também no aumento das exportações e na diminuição das importações.

Durante a sua intervenção após a assinatura do contrato, o Primeiro-Ministro, António Costa, afirmou que o Porto de Sines – estratégico para o País – terá ainda as suas capacidades reforçadas, através da criação de «uma ligação ferroviária à fronteira com Espanha e do desenvolvimento, em perfil de autoestrada» e de «uma ligação à autoestrada do sul».

Tratam-se de investimentos que valorizarão muito esta posição geoestratégica e valorizarão, por isso, a capacidade de Sines, que continuará a atrair novos investimentos.

O Primeiro-Ministro referiu também os «novos investimentos, não só naquilo que é a economia tradicional, mas também da nova economia de dados», designadamente, a amarração do primeiro cabo europeu de fibra ótica à América do Sul, e que fará de Sines «uma grade plataforma para a instalação de centros de dados que são fundamentais para a economia do futuro».

Com este investimento, a empresa Repsol dá um excelente exemplo do que é que significa o compromisso com a transição climática.

«A Repsol quer estar na vanguarda do lado certo da história. E este é um excelente exemplo para todas as empresas que, como a Repsol, têm a sua raiz na petroquímica e que tem necessariamente de saber reinventar-se para podermos inventar um novo futuro coletivo», acrescentou.

Fonte: site do Governo de Portugal

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